quarta-feira, 5 de junho de 2013

Jantar Romantico dia Dos Namorados

 

  Menu Especial

 
 
Convidamos todos os casais apaixonados de São Paulo para um jantar inesquecível , em um ambiente romântico , com acordeonista tocando musicas parisiense ao vivo e todo um clima de Paris . Pensando nesta data especial tivemos o prazer e carinho de elaborar um menu exclusivo para este dia , confiram ;
 
 
 
 

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Historia do vinho

 




Como sabemos o vinho está presente há muito tempo na historia da humanidade, algumas vezes de forma sutil, e outras vezes bem significativa, também teve um papel fundamental para as primeiras civilizações humanas, por ser um fruto que precisa de tempo ate chegar à qualidade para fabricação de um vinho. Assim é o começo da nossa civilização humana.
 
Sobre a origem da vitivinicultura na França existe uma verdadeira batalha entre os historiadores. Há os que acreditam nos registros dos Romanos e outros acham que os predecessores dos Celtas estabeleceram a elaboração de vinhos na França. Há ainda os que acreditam que os franceses da idade da pedra eram vinhateiros, pois no lago de Genebra foram encontradas sementes de uvas selvagens que indicam o seu uso há 12.000 anos ou mais. Segundo a "Escola Celta" os empreendimentos do ocidente são ignorados por não terem registros escritos. Os celtas da Gália foram ativos e agressivos. Eles dominaram quase toda a região dos Alpes, na época em que os atenienses dominavam a Grécia, invadindo a Lombardia na Itália (onde fundaram Milão) e alcançando Roma, chegaram à Ásia Menor, penetrando na Macedônia e alcançaram Delphi e fundaram um acampamento no Danúbio, em Belgrado.
 
A primeira verdadeira colônia romana na França foi fundada na costa a oeste em NAarbo (hoje Narbonne) que se tornou a capital da província de Narbonensis e, de fato, de toda a chamada "Gália Transalpina". Com ponto de partida na Provence, os romanos subiram o vale do Rhône e mais tarde no reinado de César dirigiram-se a oeste e chegaram na região de Bordeaux. Bordeaux, Borgonha e Tréveris provavelmente surgiram como centros de importação de vinho, plantando a seguir as suas próprias videiras e obtendo vinhos que superaram os importados. No século II havia vinhedos na Borgonha; no século III , no vale do Loire; no século IV, nas regiões de Paris, Champagne, Mosela e Reno. Os vinhedos da Alsácia não tiveram origem romana e só surgiram no século IX.
 
Após a queda do Império Romano seguiu-se uma época de obscuridade em práticamente todas as áreas da criatividade humana e os vinhedos parecem ter permanecido em latência até que alguém os fizesse renascer.
 
Chegamos à Idade Média, época em que a Igreja Católica passa a ser a detentora das verdades humanas e divinas. Felizmente, o simbolismo do vinho na liturgia católica faz com que a Igreja desempenhe, nessa época, o papel mais importante do renascimento, desenvolvimento e aprimoramento dos vinhedos e do vinho. Assim, nos séculos que se seguiram, a Igreja foi proprietária de inúmeros vinhedos nos mosteiros das principais ordens religiosas da época, como os franciscanos, beneditinos e cistercienses (ordem de São Bernardo), que se espalharam por toda Europa, levando consigo a sabedoria da elaboração do vinho.
 
Dessa época são importantes tres mosteiros franceses. Dois situam-se na Borgonha: um beneditino em Cluny, próximo de Mâcon (fundado em 529) e um cisterciense em Citeaux, próximo de Beaunne (fundado em 1098). O terceiro, cisterciense, está em Clairvaux na região de Champagne. Também famoso é o mosteiro cisterciense de Eberbach, na região do Rheingau, na Alemanha. Esse mosteiro, construido em 1136 por 12 monges de Clairvaux, enviados por São Bernado, foi o maior estabelecimento vinícola do mundo durante os séculos XII e XIII e hoje abriga um excelente vinhedo estatal.
 
Os hospitais também foram centros de produção e distribuição de vinhos e, à época, cuidavam não apenas dos doentes, mas também recebiam pobres, viajantes, estudantes e peregrinos. Um dos mais famosos é o Hôtel-Dieu ou Hospice de Beaune, fundado em 1443, até hoje mantido pelas vendas de vinho.
 
Também as universidades tiveram seu papel na divulgação e no consumo do vinho durante a Idade Média. Numa forma primitiva de turismo, iniciada pela Universidade de Paris e propagada pela Europa, os estudantes recebiam salvo conduto e ajuda de custos para viagens de intercâmbio cultural com outras universidades. Curiosamente, os estudantes andarilhos gastavam mais tempo em tavernas do que em salas de aulas e, embora cultos, estavam mais interessados em mulheres, músicas e vinhos. Eles se denominavam a "Ordem dos Goliardos" e, conheciam, mais do que ninguém, os vinhos de toda a Europa.
 
É interessante observar que é da idade média, por volta do ano de 1.300, o primeiro livro impresso sobre o vinho:"Liber de Vinis". Escrito pelo espanhol ou catalão Arnaldus de Villanova, médico e professor da Universidade de Montpellier, o livro continha uma visão médica do vinho, provavelmente a primeira desde a escrita por Galeno. O livro cita as propriedades curativas de vinhos aromatizados com ervas em uma infinidade de doenças. Entre eles, o vinho aromatizado com arlequim teria "qualidades maravilhosas" tais como: "restabelecer o apetite e as energias, exaltar a alma, embelezar a face, promover o crescimento dos cabelos, limpar os dentes e manter a pessoa jovem". O autor também descreve aspectos interessantes como o costume fraudulento dos comerciantes oferecerem aos fregueses alcaçuz, nozes ou queijos salgados, antes que eles provassem seus vinhos, de modo a não perceberem o seu amargor e a acidez. Recomendava que os degustadores "poderiam safar-se de tal engodo degustando os vinhos pela manhã, após terem lavado a boca e comido algumas nacos de pão umedecidos em água, pois com o estômago totalmente vazio ou muito cheio estraga o paladar ". Arnaldus Villanova, falecido em 1311, era uma figura polêmica e acreditava na na segunda vinda do Messias no ano de 1378, o que lhe valeu uma longa rixa com os monges dominicanos que acabaram por queimar seu livro.
 
É importante mencionar um fato importantíssimo e trágico na história da vitivinicultura, ocorrido da segunda metade do século passado, em especial na década de 1870, até o início deste século. Trata-se de uma doença parasitária das vinhas, provocada pelo inseto Phylloxera vastatrix, cuja larva ataca as raízes. A Phylloxera, trazida à Europa em vinhas americanas contaminadas, destruiu praticamente todas as videiras européias. A salvação para o grande mal foi a descoberta de que as raízes das videiras americanas eram resistentes ao inseto e passaram a ser usadas como porta-enxerto para vinhas européias. Desse modo, as videiras americanas foram o remédio para a desgraça que elas próprias causaram às vitis européias.
 
Finalmente, é imprescindível lembrarmos as descobertas sobre os micro-organismos e a fermentação feitas por Louis de Pasteur (1822-1895) e publicadas na sua obra "Études sur le Vin". Essas descobertas constituem o marco fundamental para o desenvolvimento da enologia moderna.
 
A partir do século XX a elaboração dos vinhos tomou novos rumos com o desenvolvimento tecnológico na viticultura e da enologia, propiciando conquistas tais como o cruzamento genético de diferentes cepas de uvas e o desenvolvimento de cepas de leveduras selecionadas geneticamente, a colheita mecanizada, a fermentação "a frio" na elaboração dos vinhos brancos, etc. Ainda que pese o romantismo de muitos que consideram (ou supõem?) os vinhos dos séculos passados como mais artesanais, os vinhos deste século têm, certamente, um nível de qualidade bem melhor do que os de épocas passadas. Na verdade algumas conquistas tecnológicas, como as substituições da rolha e da cápsula por artefatos de plástico e da garrafa por caixinhas do tipo "tetra brik" são de indiscutível mau gosto e irritam os amantes do vinho.
 

sábado, 13 de abril de 2013

Um pouco de historia

 

 

 

O Bistrô é um restaurante ou bar de pequeno porte, de procedência francesa, muito comum neste país. Ele é singelo, mas bem confortável. Nele os clientes podem consumir bebidas alcoólicas, cafés, entre outros drinks, além de pratos modestos a baixo custo. Esta expressão foi criada em 1815, em um contexto ainda controvertido.
 
Algumas histórias afirmam que os militares russos, ao invadir a capital francesa, clamavam “bistrô! bistrô!” ao atacarem os cafés parisienses; isto se deve à presença do termo ‘bystro’, que tem o sentido de ‘rápido, rápido’, no vocabulário da Rússia. Outras lendas dão conta de que os franceses residentes na região norte idealizaram este termo.
 
O mais provável, porém, é que esta palavra definia os donos de pequenos estabelecimentos comerciais de vinho; depois, ela se estendeu à própria loja. Seja como for, é um recanto que promove, antes de tudo, a interação entre os frequentadores, mais até que o bom atendimento.
 
Durante a Segunda Guerra Mundial os bistrôs se desenvolveram, pois enquanto os maridos iam para o front, as esposas normalmente tinham que conquistar uma forma de obter  uma renda para sobreviver. Assim, elas transformavam suas residências em estabelecimentos públicos especializados no comércio de comida caseira.
 
Atualmente qualquer restaurante menor influenciado pela atmosfera francesa é popularmente associado à ideia de um bistrô. Esta denominação é particularmente usada pelos mais cultos, os quais preferem dizer que vão a um local assim intitulado do que a um mero estabelecimento especializado em servir refeições.
 
Esta casa tem uma particularidade que certamente a define; não há um menu fixo, pois o chefe de cozinha adota o hábito de combinar com o consumidor que prato será servido, conforme o gosto deste, o que transforma este recanto em um ponto singular e radicalmente pessoal.
 
A cozinha de um bistrô exige de seus funcionários uma boa dose de talento e não demanda muitos utensílios. Sua filosofia reside na prática de extrair muitos benefícios de cada substância que compõe  as receitas dos pratos aí preparados, de forma a não impor ao cliente gastos em demasia.
 
Nos bistrôs, o proprietário geralmente comanda pessoalmente tudo que ocorre nas cozinhas e nas salas de recepção aos clientes. Há, portanto, toda uma implicação intimista na relação com o consumidor. Não é suficiente, porém, como muitos pensam, um menu requintado, incluindo diversas iguarias francesas, para se constituir um estabelecimento como este. Criar um ambiente com atmosfera descontraída e informal é um elemento essencde um lugar requintado e sofisticadoial, ao contrário da fama que esta modalidade comercial ganhou entre muitos brasileiros .

E vocês que gostariam de viver uma experiência da magia de Paris , e estar em um verdadeiro bistrô Frances , com pratos típicos , bom preço , qualidade , cultura e uma ótima carta de vinhos para acompanhar suas refeições , este lugar existe sim , e é em São Paulo , tem endereço e tem nome chama-se Bistrô de Paris , localizado na rua Augusta 2542 lugar de fácil acesso , e tem como proprietário Pierre Murci , que leva muito a serio seu trabalho , sempre procurando melhoras para seu bistrô , que vale muito apena ser conhecido .